O laser de CO2 fracionado é uma das tecnologias mais versáteis da ginecologia moderna. Aplicado à região íntima, estimula a produção de colágeno e a regeneração dos tecidos, tratando condições que antes tinham poucas opções terapêuticas ou dependiam exclusivamente de hormônios.
É um tratamento realizado em consultório, minimamente invasivo e, na maioria dos casos, sem necessidade de anestesia ou afastamento das atividades do dia a dia.
Indicações do laser ginecológico
- Atrofia genital: ressecamento, afinamento e perda de elasticidade dos tecidos vaginais
- Síndrome geniturinária da menopausa: conjunto de sintomas íntimos e urinários decorrentes da queda hormonal
- Perdas urinárias leves: escapes aos esforços, como tossir, rir ou praticar exercícios
- Líquen escleroso e quadros atróficos: condições dermatológicas da região genital
- Frouxidão vaginal: perda de tônus dos tecidos, comum após partos
- Clareamento íntimo e estética genital: uniformização do tom da pele e melhora do aspecto da região
Uma indicação especialmente relevante: para mulheres que não podem utilizar terapia hormonal, como algumas pacientes com histórico de câncer de mama, o laser oferece uma alternativa não hormonal para tratar os sintomas da atrofia genital.
Como funciona o tratamento
Após a avaliação clínica que confirma a indicação, as sessões são agendadas em consultório. Cada aplicação é rápida, e o protocolo costuma envolver algumas sessões com intervalo de semanas entre elas, definidas conforme a condição tratada e a resposta de cada paciente.
O desconforto durante a aplicação é mínimo, e as orientações de cuidado após cada sessão são simples. Os resultados se constroem progressivamente, à medida que os tecidos se regeneram.
Tecnologia com critério médico
O laser é uma ferramenta poderosa, mas é a avaliação médica que determina se ele é o tratamento certo para o seu caso, quantas sessões são necessárias e quais cuidados complementares fazem sentido. Cada protocolo é individual.
Se algum desses sintomas faz parte da sua rotina, agende uma avaliação. Muitas dessas condições têm tratamento, e conviver com elas não precisa ser a única opção.
